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DICAS DE ESTUDO

Aqui você encontra importantes dicas de como estudar, dicas de eventos culturais, leituras, músicas, temas que requerem atenção de formadores de opinião e reflexões sobre assuntos atuais.

Estudar é uma atividade que muitos consideram como densa, complicada, por vezes até chata. Quando esse sentimento assola os estudantes é comum a falta de concentração, a sonolência e a ausência de motivação para encarar os desafios do conhecimento.

Alguns aspectos precisam ser considerados como potencializadores dos estudos como o horário, a organização, o ambiente e até a alimentação. O importante é estabelecer critérios que atendam seu estilo de vida e de aprendizagem para construir um relacionamento de proximidade e prazer com o conhecimento.

Aqui nessa coluna você terá dicas semanais de como otimizar seus estudos e alcançar seus objetivos na campo do saber.

Rotina: Hum... essa palavra quase soa como um aprisionamento. Mas não é bem assim. Na verdade a rotina é essencial para quantificar e qualificar o tempo que dedicamos aos estudos e não adianta querer sair correndo depois dos primeiros 20 minutos.

Então, estabeleça um horário, aquele que melhor se encaixa no seu dia e no qual você tem mais disposição. Entenda que compreender determinado campo do saber requer tempo e familiaridade, é quase como fazer um novo amigo: é preciso estar com ele para conhecê-lo, desvendar sua personalidade e preferências.

Dessa forma, reserve inicialmente um momento diário e vá ampliando essa jornada gradativamente. Para quem ainda é aluno de algum curso regular (Ensino Fundamental ou Médio, Faculdade e outros) é muito importante revisar a matéria ministrada em cada aula diariamente. Isso não significa decorar o conteúdo à exaustão.

Basta dar uma “passadinha de olho”, nos livros e nas anotações do caderno e você verá que estudar para os exames ficará muito mais fácil, enfim deixará de ser uma tortura. Essa simples atividade diária fará com que você fique antenado com o andamento das aulas, e só para lembrar é primordial não perder “o fio da meada”. Tem coisa mais estressante/desestimulante que chegar em uma aula e não saber do que o professor está falando?

Para os concurseiros de plantão a dica da rotina também é válida. Se o estudo para a maratona das provas é empreendido sozinho, exigirá disciplina redobrada, traduzida em um plano de estudos, tema que será desenvolvido em nossa próxima matéria.
Os estudos se baseiam na arte de compreender e ser compreendido, comunicar-se é receber e emitir informações, por esta razão deve ser clara, e eficiente.

É importante que o estudante tenha liberdade para avaliar oralmente o aprendizado, trocando informações com os professores sobre o conteúdo estudado. Isso possibilitará rever áreas que não estão claras ou que precisam de mais estudo.

Alem disso, uma boa comunicação garante ao individuo precisão. Por exemplo, o professor pede determinada tarefa: resumir um capítulo de uma obra em 20 linhas. O aluno deve responder ao esperado pelo professor, resumo não é comentário, e deve obedecer a quantidade de linhas. Se fizer diferente não entendeu a mensagem do professor, o emissário. Este ao perceber que seu pedido não foi atendido reagirá de forma negativa, ignorando a resposta.

Esta é uma boa razão para dominar a comunicação, pois possibilita melhorar as relações entre as pessoas, ou seja que o emissário e destinatário entendam as mensagens.

Quando você se comunica de forma compreensível e seu interlocutor compreende, ele se torna capaz de corresponder ao esperado e assim sucessivamente.

Entre outras formas de se comunicar está a linguagem. Ela permite acesso às riquezas de uma área do conhecimento bem como possibilita ao homem a capacidade de agir de maneira autônoma e relevar novas capacidades mentais. Através de uma linguagem complexa mais possibilidade do cérebro se desenvolver. Assim quanto mais desenvolvida é a linguagem mais há possibilidade de intercâmbios, também é mais fácil comunicar um pensamento, mais fácil é de adquirir conhecimento. Por esta razão é imprescindível que cada individuo tome consciência do nível e que se encontra e busque expandir sua comunicação que por sua vez possibilita seu desenvolvimento no mundo, como pessoa.
Um instrumento utilizado pra aprender, é o vocabulário e a ortografia. A língua que é o código de comunicação tem como principal base o vocabulário. E, claro a forma de escrever esse vocabulário é a ortografia, que continua sendo uma maneira de seleção diante de um concurso, vestibular ou emprego. Um vocabulário rico é sinônimo de melhor comunicação e haverá maior possibilidade de expressar o pensamento, o que garante certo poder tanto para se proteger quando omite determinados pensamentos, como para se expressar através de textos bem elaborados.

Assim algumas recomendações podem ser úteis:

• Cuidado ao utilizar termos que não tem certeza do significado,
• Não abra mão de utilizar os termos exatos,
• Evite expressões que não sejam precisas,
• Sempre que possível utilize vocabulário técnico,
• Enriqueça o vocabulário, para recorrer a diferentes palavras que melhor expressem o pensamento a ser transmitido,

É através de diferentes leituras que o vocabulário pode ser enriquecido, não só com o acréscimo de palavras, também com as significações destas palavras. Por isso freqüente bibliotecas, leia jornais, ouça programas culturais no radio, e procure redigir textos, com essas práticas haverá um aumento significativo no seu vocabulário, e o que é melhor de forma natural.

Pratique. Quando conversar com amigos use vocabulário correto, variado, tomando o cuidado ao substituir certos termos.

Para memorizar as palavras que não fazem parte de seu vocabulário, comece listando-as junto com o significado, para serem utilizadas quando necessário. Palavras homônimas, aquelas com a mesma pronúncia, mas com ortografia e sentido diferentes, precisam de cuidado, se você não as domina faça alguns exercícios ortográficos que ajudem a vencer essa dificuldade.
É notório nas sociedades em que a mídia tem grande poder sedutor, que a expressão oral seja valorizada. As sociedades do século vinte um são sociedades da comunicação, por isso é imprescindível que o individuo se comunique bem.

Contudo o ato de falar em público assusta a maioria das pessoas. Assim o medo deve ser utilizado em nosso favor, identificando e enfrentando-o para impedi-lo de crescer e atrapalhar as oportunidades. Um dos fatores que contribuem com o medo de falar é a insegurança, e isso se deve pela falta de experiência. Para superá-la deve-se aprender a perguntar ainda em sala de aula, apresentar trabalhos em grupo, compartilhar em pequenos grupos suas contribuições. Vence-se o medo de falar em público com a experiência de falar.

Além disso, quando se expressa oralmente o conteúdo há uma aprendizagem maior, há maior clareza nas idéias antes obscuras.

Outra razão importante para vencer o medo de se expressar bem é o poder da comunicação “A palavra confere poder a quem a domina” , isto se torna um diferencial para aquele que busca oportunidade de uma colocação no mercado de trabalho.

Assim, comece a vencer o temor de perguntar sobre algum conteúdo ainda na sala de aula. Não deixe nenhuma dúvida sem resposta. Pense antes de perguntar organizando mentalmente sua fala, e se for necessário escreva a pergunta que fará. Com a prática e tendo vencido esta barreira, logo não precisará mais escrever a pergunta.
O seminário é uma técnica de aprendizagem muito útil porque desenvolve a capacidade de análise das informações, incluindo pesquisa, discussão e debate. Também a capacidade de sintetizar e apresentar de forma clara as informações. Alem disso, ajuda a memorizar as informações apresentadas.

Engana-se quem pensa que o seminário é feito somente para o professor, é essencialmente para a turma de alunos. É uma troca de idéias entre quem apresenta e quem assiste.

Segue algumas dicas para melhor preparar um seminário:

• É importante procurar, quando possível, um tema que você se identifique, que tenha algum interesse,

• Faça algumas perguntas sobre o tema, perguntas que o nortearão a pesquisar sobre o assunto escolhido,

• Se assegure que haja material de pesquisa suficiente sobre o assunto, na perspectiva que você quer abordar,

• Selecione o material a ser estudado,

• Anote as idéias chave que lhe interessam, selecione suas informações em função da questão abordada,

• Pergunte-se como abordar o assunto de maneira a interessar os ouvintes,

• Utilize histórias, fotos, documentos que dinamizem o seminário. Reserve para o início um ponto forte, capaz de despertar o interesse do público.

• Construa um plano lógico em que haja um encadeamento de idéias na abordagem do tema.

• Treine antes de apresentar. Cronometre o tempo, isso ajudará a reorganizar o tempo de acordo com os tópicos que deseja enfatizar.

• Antes da apresentação organize suas anotações, as obras que utilizará e o relógio para não perder de vista o horário.

• Se possível distribua material aos participantes para acompanharem suas informações, o seu plano, além de indicações bibliográficas.

• Indique o tema, a pergunta geradora do seu assunto e a maneira como pretende expor. Quando se prepara com antecedência e de forma adequada você adquire confiança, porque sabe que é só repassar com clareza o que estudou.

• Sempre que iniciar outro tópico faça um breve resumo do que já foi tratado e apresente o seguinte. Ao concluir deve ser breve e quando possível contextualizar e fazendo uma aplicação atual.

Estando preparado não tenha receio de participar ativamente num seminário. É um meio valioso de desenvolver intelectualmente, através da organização mental das informações e da expressão oral. Também promove maior aprendizado do conteúdo, porque a preparação exige leitura, análise e síntese das informações sobre determinado assunto.
É constante a dúvida quanto ao melhor procedimento, se estudar em grupo ou individualmente. O estudo em grupo permite treinar a comunicação, também a prática da negociação, estimula o respeito aos valores e espaço do próximo. Há outras vantagens, facilita a compreensão, a memorização, e para algumas pessoas o relacionamento com o outro possibilita melhor socialização.

Para que o grupo alcance eficácia nos estudos é importante escolher bem quem fará parte do grupo, preparar com antecedência as reuniões, respeitar o plano de trabalho definido.

O estudo em grupo é uma forma de treinamento para o mercado de trabalho, grande número de empresas valorizam o profissional que sabe se relacionar bem com seus colegas, sem comprometer o rendimento da equipe.

Esta maneira de estudar possibilita que aprendam aprendem mais e têm mais chances de sanar suas dúvidas. Não se pode negar que quem mais aprende é quem ensina, e que a linguagem usada entre os jovens é mais fácil de ser compreendida do que a linguagem utilizada pelo professor, portanto nessa troca todos se beneficiam.

As reuniões devem ser freqüentes, o ideal é ter uma reunião por semana. Os participantes devem ser até cinco pessoas, e quanto ao tempo não deve passar de quatro horas de estudo.

Enfim o trabalho em grupo é tão eficaz quanto o estudo individual, depende da maneira como será utilizado. Cada pessoa deve se conhecer o suficiente para perceber, em cada circunstancia qual a melhor opção para si, se estudar sozinho ou em grupo.
Para que haja dedicação ao estudo é preciso motivação, que nasce de acordo com o desenvolvimento intelectual. As qualificações adquiridas no decurso da vida principalmente através do estudo, permitem acesso mais fácil a um trabalho agradável, com melhor remuneração, satisfazendo melhor os desejos pessoais.

O auto-desenvolvimento deve ser o projeto do estudante. Os cursos são instrumentos que ajudam a se construir, se realizar. Algumas pessoas percebem isso com facilidade e passam a exigir mais de si na utilização desses instrumentos para sua própria formação. Querem aprender a aprender, e isso é essencial no mundo pós-moderno.

Quando o sujeito entende que é o sujeito de sua aprendizagem, sua energia é direcionada a determinado esforço para alcançar seus objetivos, o que gera prazer no trabalho e senso de satisfação.

Assim, a motivação do indivíduo vem do próprio estudante, não pode ser imposta. Contudo, o outro pode estimular criando interesse pela escola, por cursos, pelo conhecimento. Esse estímulo pode ser através de palavras de reconhecimento que auxiliam na renovação da motivação.
Reconhecer a inteligência é reconhecer como o indivíduo busca soluções para resolver problemas. Para isso observam-se três fases na solução de problemas.

1- Encontrar as informações úteis para a solução. É a principal fase, pois antecipa prováveis soluções. O pensar no objetivo a ser alcançado possibilita reunir e julgar os caminhos que determinam a ação, supondo que o conhecimento dessas possibilidades são resultado de pesquisa e observação.

2- A segunda fase é determinada pela capacidade de analisar e de sintetizar.

3- A terceira fase se caracteriza pela apresentação da resposta ao problema. É na solução de problemas, na maior facilidade de resolvê-los que o indivíduo se desenvolve e atende as expectativas do novo milênio.

Contudo é necessário ter curiosidade, interesse intelectual pela informação particularmente pela leitura. Esta possibilita o acesso ao conhecimento adquirido por outros. Ao processar as informações e devolvê-las de forma oral ou escrita o indivíduo estrutura mentalmente as informações.

Assim, revelar inteligência consiste em agir de modo que a ação seja sempre eficaz, que seja mais fácil resolver problemas novos, o que requer sempre a mente aberta para novas informações. O gerador desse comportamento é a motivação por novos conhecimentos através da leitura, do desejo de conhecer que por sua vez é apoiado no conhecimento de outros.

Tendo adquirido novos conhecimentos é preciso integrá-los aos precedentes e conserva-los. Uma forma eficiente é a expressão oral.
A memorização é integrante do processo de aprendizagem, devendo ser compreensiva e não mecânica. A primeira é aquela que praticamos diariamente sem muita observação ou nenhuma reflexão tais como nomes de ruas, pessoas, e outras. A segunda, compreensiva, é aquela que parte do ato de compreender, parte da reflexão.

A memória precisa ser treinada através de exercícios, já que ela é a principal aliada do indivíduo. Imagine não se lembrar do lugar onde mora, ou que caminho optar para chegar a determinado endereço? Para armazenar informações é necessário qualidade no sono diário, pois é durante esse período que a memória seleciona as informações mais importantes e as registra de forma permanente.

Alem disso é preciso treinar a memória para que seja hábil no armazenamento de informações. Ao repetir diversas vezes a mesma informação esta será armazenada, outra forma é associar idéias a fatos, ou criar um sistema de conexões para que ao lembrar de um fato o outro também seja lembrado.

Outra dica é conhecer o tipo de memória que se tem, para utilizar o método adequado. Há pessoas que têm memória auditiva por isso quando lêem em voz alta memorizam com mais facilidade, outras pessoas têm memória visual aprendem mais facilmente desenhando, fazendo esquemas ou reescrevendo, alem desses dois tipos de memória há a sinestésica, ou seja baseada nas sensações. A memória sinestésica busca situações que se relacionam com sentidos, relaciona movimentos para associar com as idéias a serem memorizadas.
Tudo que se pretende realizar se torna mais eficiente quando planejado, o que não é diferente quando diz respeito ao ato de estudar. Como atividade de reconhecimento das vantagens do planejamento, procure planejar as atividades do dia, da semana, do mês e do ano. Ao visualizar as ações do dia, distribuindo-as por períodos de tempo, pode-se observar como grande quantidade de tarefas são realizadas, o que não aconteceria sem organização.

Racionalizando o horário das atividades, simplifica-se o estudo podendo suprimir etapas inúteis, evitando o improviso e reservando tempo também para atividades de lazer sem preocupações quanto a trabalhos acumulados, e ou atrasados.O lugar onde vai estudar deve ser calmo e tranqüilo, evitando ou minimizando interferências externas. Se possível, avise aos outros que pretende estudar e que não deseja ser interrompido. Deixe os telefonemas e conversas para os intervalos.Mantenha à mão tudo que acredite ser preciso, como lápis, caneta, marcadores de texto, papéis para anotações, dicionário, livros relacionados, relógio etc. Assim você evita ter que se levantar para buscar alguma coisa. Mas cuidado para não se distrair com esses objetos.

A idéia é evitar interromper a seqüência de leitura e raciocínio, pois isso causa perda de concentração e diminuição do rendimento.Valorizar o hábito de estudar regularmente, definindo prioridades o que será de grande benefício. Assim, procure conhecer as modalidades das provas, o que se espera do estudante para determinada avaliação, quais os programas que as precederam, quais competências são exigidas dos candidatos, duração das avaliações entre outras informações. Atentar para as matérias básicas de cada disciplina facilitará a compreensão da totalidade.

Além disso, evitar estudar sem parar, o cansaço faz perder a concentração, diminuindo o rendimento. Estudar por sessões de cinqüenta minutos, com intervalos de 10 a 20 minutos pode ter maior rendimento que muitas horas sem intervalo. Esses períodos serão utilizados de forma mais eficiente se forem utilizados para se alimentar, fazer exercícios de relaxamento e alongamento, ou sair um pouco do ambiente de estudo. Ao retornar haverá mais disposição para recomeçar.

Desta forma, é imprescindível que um estudante que deseja melhorar o tempo reservado para estudar aprenda a se organizar.
Organizar as leituras através de fichas é uma maneira eficiente de revisão de conteúdo de forma rápida e simples.

Em que consiste essas fichas? São documentos que sintetizam o conteúdo do material estudado, quer sejam aulas, livros, ou outros. A composição regular das fichas possibilita revisão do conteúdo essencial em cada disciplina.

Além de rápida pesquisa ainda proporciona maior fixação do conteúdo ao sintetizar e redigir, também ao organizá-las em fichários facilitará a compreensão e memorização do desenvolvimento do tema.

Para melhor organização do fichário é preciso que todas as fichas sejam do mesmo tamanho, e devem ser escritas só de um lado.

Quanto ao conteúdo: nas primeiras linhas deve-se fazer a identificação do material se for de uma aula: disciplina, professor, data e tema. Se for uma leitura identifica-se através de bibliografia completa. Segue-se o que é essencial, ou seja, definições, frases, esquemas, ou tudo que facilite a memória relembrar o conteúdo.

O objetivo das fichas é permitir que o estudante aprenda, por isso a apresentação do conteúdo deve ser clara para facilitar seu trabalho, e compreensivo à aquele que delas se utilizará por esta razão o fichamento tem que ser pessoal.
Para aproveitar bem as aulas sugerimos que tenha uma atitude mental favorável ao seu desenvolvimento, que o induza a considerar que o tempo de estudo em sala de aula é um investimento no seu potencial para aprender.

Ao final de cada período de estudo considere, qual conteúdo conseguiu aprender, e o por quê de não conseguir aprender um outro? São as desatenções? Como evitá-las?

Assim sugerimos algumas dicas para suprimir as desatenções:

1. A distância entre o professor e o aluno pode causar confusão visual ou auditiva;
2. Dê preferência para se sentar no eixo do quadro negro evitando ilusão de ótica;
3. Procure sentar-se perto daqueles que ajudam a compreender e resolver dificuldades pa rticipando das aulas;
4. Tenha um caderno de rascunho (não use folhas avulsas, pois se perdem);
5. Tenha um período de descanso entre as aulas;
6. Se alimente de cereais e frutas, e faça exercícios físicos;
7. Se a causa do mau rendimento for a preocupação deixe de lado e concentre sua atenção;
8. Em caso de dúvida, pergunte. Não deixe de perguntar por medo de parecer ridículo, talvez a sua dúvida seja também a de outra pessoa;
9. Reveja o conteúdo da aula anterior antes de estudar a aula atual. O ato de rever aulas anteriores ajudará na melhor compreensão do conteúdo atual;
10. Se houver algum bloqueio com o professor, procure vencer essa limitação. A compreensão, o interesse, e a simpatia criam laços entre o aluno e o professor, por isso veja no seu educador alguém que tem interesse em ajudar você a crescer intelectualmente;
11. Preste atenção ao início das aulas, momento em que o professor traça os pontos essenciais, ou úteis, e ao final quando rever as idéias principais;
12. Estruture mentalmente o conteúdo da aula, e faça um breve esquema;

Seguindo essas dicas perceberá quanto será mais fácil manter a atenção nas aulas e assimilar o conteúdo.
Fazer anotações é um exercício que desenvolve a atenção e cria uma perspectiva de síntese, tem grande utilidade não só para o estudante como também para todo indivíduo que está conectado ao mundo da informação.

Fazer anotações requer grande participação, pois exige e desenvolve qualidades importantes como atenção, observação e concentração no que está ouvindo.

A compreensão da aula e a percepção de síntese das idéias se tornam mais agudas conforme se utiliza das anotações. Estas devem ser legíveis, compreensíveis e fiéis ao que ouviu. Dê atenção aos números para não incorrer em erros de transcrição.

O que é essencial em uma aula? Compreenda bem o que foi dito, o que exige escuta e atenção. Escreva exclusivamente com suas palavras as idéias e palavras chave, pois estas permitem retomar o desenvolvimento da aula do professor que de diferentes formas repete o conteúdo.

Quem utilizará as anotações será você mesmo, por isso as faça de forma eficaz que lhe permita compreender e ganhar tempo de estudo. Omita o que for repetitivo como exemplos, e não dê atenção ao que não for significativo. Porém, não negligencie uma idéia secundária que for esclarecedora, que poderá ajudar a compreender determinado conteúdo.

É hábito de muitos professores colocarem no quadro negro o esquema da aula, o que torna mais claro a exposição das idéias, você pode adotar o mesmo esquema. Utilize páginas novas para cada capítulo ou aula, com espaço entre os parágrafos, para melhor visualização do conteúdo.

Numere as páginas, organize-as de forma hierárquica, e utilize suas fichas para estudar, para rever as aulas.
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